Segurança no uso das radiações - Essa frase define nosso pensamento inicial ao fundar a NUCLEO.
Era o ano de 1986, no Brasil não havia uma legislação específica sobre radioproteção. A única diretriz técnica eram as orientações das normas CNEN 3/73 calcada nas recomendações da ICRP 9 e posteriormente nas 26 e nas da ICRP 33. A vigilância sanitária nacional não se pronunciava sobre o tema. Apenas o estado de São Paulo possuía uma legislação específica da área da Saúde Pública. O Rio de Janeiro fiscalizava as instituições através do IRD que por convênio atende a Vigilância Sanitária até os dias de hoje. No Paraná iniciava-se um trabalho de treinamento de pessoas para fazer o primeiro levantamento da realidade estadual da higiene das radiações.